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Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata

Os Discursos do Senhor Jesus: A Videira Verdadeira

Publicado em

Escola Bíblica Dominical - 01 de novembro de 2026

Neste estudo de João 15, o Senhor Jesus Se apresenta como a Videira Verdadeira, Deus Pai como o Lavrador e nós como os ramos. O Lavrador tira toda vara que não dá fruto e limpa a que dá fruto, para que produza mais — e a ferramenta usada para essa limpeza é a Palavra Viva revelada em nossos corações, pois “vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado” (João 15:3). Assim como o lavrador espera ver os frutos da sua vinha, o nosso Lavrador Celestial trabalha em nós para que sejamos frutíferos na Sua presença, o que nos fala da santificação.

O Senhor nos chama a permanecer Nele: “Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim” (João 15:4). Os ramos infrutíferos estão ligados apenas temporariamente à videira e logo são arrancados; os frutíferos permanecem ligados e dão frutos continuamente. Isso nos ensina que não temos vida espiritual independente de Cristo e que estar ligado à videira por um tempo não basta para garantir a salvação — é necessário permanecer nela, em comunhão constante com o Senhor e com a Sua Igreja, vivendo em obediência à Sua Palavra. A glória, porém, não pertence aos ramos, mas ao Lavrador que plantou a vinha, cuidou dela e a fez produzir com abundância.

O estudo culmina no amor: “Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor” (João 15:9), e permanecemos nesse amor guardando os Seus mandamentos. O Senhor nos promove de servos a amigos — “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13) — e nos lembra que não fomos nós que O escolhemos, mas Ele nos escolheu e nos nomeou para que demos fruto que permaneça. Por fim, reitera o mandamento de amarmos uns aos outros, não como sugestão, mas como dever diante do amor incomparável e imerecido que recebemos, levando adiante o amor de Deus ao nosso próximo e, sobretudo, aos nossos irmãos.