
Neste estudo, o Senhor Jesus responde ao pedido dos discípulos: “Ensina-nos a orar” (Lucas 11:1), deixando-nos um ensino maravilhoso sobre como devemos nos dirigir ao Pai. A oração do Pai Nosso nos assegura que fomos adotados como filhos de Deus por meio da fé em Jesus, que desceu da Sua glória e morreu na cruz para nos dar o direito de sermos chamados filhos de Deus (João 1:12). Ao dizermos “Pai nosso” — e não “meu Pai” — reconhecemos que fazemos parte de uma família espiritual, de um mesmo Corpo, e que devemos orar uns pelos outros e pedir bênçãos não somente para nós, mas para todos os nossos irmãos.
A oração é dividida em sete partes: uma introdução e três pedidos a respeito da glória de Deus (santificado seja o Teu nome, venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade) e três pedidos pelas nossas necessidades (o pão cotidiano, o perdão dos pecados e o livramento do mal). Santificar o nome do Senhor é viver em santidade para a Sua glória, enquanto o contrário — profanar — acontece quando pecamos ou tratamos o nome de Deus com desrespeito. Pedimos que o Reino de Deus se manifeste em nossas vidas e que a vontade do Pai, que é boa, santa e agradável, seja feita tanto na terra como no céu, expressando nossa total dependência e confiança Nele.
Aprendemos também que o “pão nosso de cada dia” é o Pão Vivo que desce do Céu, a Palavra viva e eficaz que alimenta a Igreja diariamente, assim como o maná sustentava o povo de Israel. Devemos sempre pedir perdão, confessando nossos pecados, pois o perdão não é automático, mas foi conquistado por Jesus ao morrer na cruz do Calvário. Por fim, oramos para não cairmos nas tentações e para que o Senhor nos livre do mal e do Maligno, reconhecendo que dEle é o Reino, o Poder e a Glória para sempre.
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