
Nesta segunda mensagem, o Trabalho de Senhoras nos leva à mensagem “De Volta à Casa do Pai”, baseada em Lucas 15:17: “E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!”. Ao falarmos de arrependimento, não falamos apenas de reconhecer nossos erros, mas de entender quem somos diante de Deus e a grandeza do amor de Jesus por nós, pois “Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Foi o que viveu o filho pródigo: saiu da casa do pai buscando seus próprios interesses, até desejar alimentar-se das bolotas que os porcos comiam. Mas, ao enxergar a própria condição, ele se lembrou da casa do pai e declarou: “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai”. Arrependimento é isso: reconhecer onde estamos, levantar-nos e voltar para o Pai.
Há algo precioso nessa parábola: o outro filho ficou em casa e, ainda assim, não compreendia o que possuía. O pai lhe disse: “Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas” (Lucas 15:31). Também podemos estar na Casa do Pai, na igreja, e não conhecer a riqueza da comunhão e da intimidade que Ele quer nos dar. Por isso, precisamos perguntar ao nosso coração: “Que serva eu tenho sido?”. Temos tempo para tantas coisas — para o celular, para compromissos, para preocupações — mas será que temos separado tempo para ficar aos pés do Senhor, confessando nossas falhas e dizendo: “Senhor, eu preciso ser transformada”?
Quanto mais conhecemos o amor de Jesus, mais desejamos entregar a nossa vida a Ele. A Obra do Senhor deixa de ser apenas uma rotina e passa a ser a nossa maior alegria, e essa transformação é percebida dentro de casa, na forma de falar com a família, e na Casa do Senhor, no servir. A Palavra assegura: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17). O filho voltou para casa pensando que seria recebido como um jornaleiro, mas o pai o recebeu como filho amado. Assim é o amor do Senhor por nós: não somos merecedoras, mas fomos alcançadas pela graça. Diante de tão grande amor, digamos: “Senhor, eu quero viver para a Tua glória”.
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